Sexta-feira Santa e Procissão do Enterro do Senhor

Sexta-feira Santa e Procissão do Enterro do Senhor

D.  António  Carrilho presidiu às celebrações de Sexta-Feira Santa, na Sé, e desafiou os fiéis a cultivarem “um coração compassivo, sensível à dor dos que sofrem”.  Na homilia da Paixão do Senhor, disse que “a Paixão de Cristo não terminou no Calvário”, mas continua ainda hoje “nos que sofrem e no clamor dos mais fracos”, e apontou casos concretos:  “famílias com graves dificuldades económicas, desempregados, marginalizados e excluídos da sociedade, idosos abandonados, doentes em fase terminal, cristãos perseguidos por causa da sua fé, vítimas das guerras que matam”.

Neste contexto, “em todo o tem po e lugar, nos sofrimentos, medos, adversidades e incertezas, somos iluminados pela luz da Páscoa, Morte e Ressurreição do Senhor”, explicou. “No seu humanismo, a Igreja privilegia servir e acompanhar, com particular solicitude, o clamor dos mais fracos”, pelo que  “somos chamados a ser “cireneus” desses irmãos que sofrem”, com a “alegria da fé, a coragem da esperança e a força do Amor”, afirmou o bispo do Funchal na sua mensagem.

A celebração da Paixão do Senhor, na catedral, foi seguida da tradicional procissão do “Enterro do Senhor” pelas ruas da cidade, com a participação de muitos fiéis.

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