Peregrinação Diocesana a Roma - Testemunho de Maria Luísa e Nuno Rivera Ferreira

Peregrinação Diocesana a Roma - Testemunho de Maria Luísa e Nuno Rivera Ferreira

Peregrinação Diocesana a Roma e Assis de 05 a 09 de Setembro de 2016,

um testemunho[1]

 

A decisão de nos juntarmos a esta peregrinação foi, antes de mais, uma decisão por impulso: ao tomarmos conhecimento, em Janeiro, da possibilidade da existência de um peregrinação diocesana a Roma, no âmbito do Jubileu da Misericórdia, não hesitámos em, desde logo, confirmar e reforçar a nossa vontade e disponibilidade de, a ela, nos juntarmos (desta forma, junto dos nossos empregadores, as datas, assim que delas tivemos conhecimento, ficaram reservadas, como férias, para este efeito).

Com o decorrer do tempo fomos desafiando amigos e conhecidos para se juntarem à peregrinação, assim como fomos tendo conhecimento de uns e outros que confirmaram as respectivas presenças, tendo sempre como referências orientadoras S. Ex.ª Rev.ª D. António Carrilho, digníssimo Bispo do Funchal e o Rev. Pe. Doutor Marcos Gonçalves, Vigário Judicial e Pároco de São Martinho, tendo-se formado um grupo alegre e animado.

O fulcro da peregrinação constou na visita às basílicas jubilares em Roma (São Paulo fora de muros, S.ta Maria Maior e S. João Latrão), no Vaticano (S. Pedro) e em Assis (S.ta Maria dos Anjos) com passagem solene pelas respectivas portas santas e, ainda, por assistir à Audiência Geral (das quartas-feiras) presidida por S. S. Papa Francisco, onde a nossa peregrinação foi especialmente referida.

Em complemento às sacro visitas às basílicas jubilares, visitámos outros marcos históricos, essencialmente ligados aos primeiros séculos da cristandade: as catacumbas de S. Calisto, o Coliseu, o Fórum Romano, o arco Constantino, os museus do Vaticano – incluindo a Capela Sistina – o Panteão, entre outros e algumas atracções turísticas, no centro histórico de Roma, reconhecidas mundialmente, como sejam a Praça Navona, com as suas igrejas e fontes, a Praça de Espanha, com a sua famosa escadaria (totalmente restaurada e que reabre no próximo dia 21 de Dezembro), a “Fontana de Trevi” que promete, diz a lenda, o regresso a Roma a quem atirar, sobre as  costas, uma moeda com a mão direita sobre o ombro esquerdo, para a fonte.

Esta peregrinação revestiu-se de um significado muito especial para todos particularmente para nós na medida em que, enquanto casal, nos permitiu reflectir sobre o verdadeiro e profundo significado deste Jubileu da Misericórdia: as cerimónias que antecederam a passagem pelas portas santas, com a oportunas e marcantes interpelações do nosso Bispo, D. António; a própria passagem pelas portas santas não nos deixou indiferentes à presença misericordiosa do Pai; assim como as celebrações da Eucaristia, em especial a que ocorreu em Assis pelos testemunhos, de viva voz, que nos incitam a sair da nossa zona de conforto e a nos comprometermos com a mensagem do Evangelho, como também nos pediu insistentemente o Santo Padre na audiência de quarta-feira, 07 de Setembro.

Gostaríamos de terminar este testemunho com três recentes citações do Papa Francisco e que, de alguma forma, refletem a essência deste Jubileu e, no nosso caso, da nossa peregrinação Diocesana:

v Deus sempre se compadece quando nos arrependemos.

v Somente quem se faz pequeno diante do Senhor pode experimentar a grandeza da Sua misericórdia.

v O sinal concreto de que nos encontramos realmente com Jesus é a alegria que sentimos ao comunicá-la também aos outros.

 

Funchal, 12 de Setembro de 2016

Maria Luísa e Nuno Rivera Ferreira

 

 

 



[1] Texto escrito sem observância do acordo ortográfico em vigor. 

 

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