Festa de São Tiago Menor, Padroeiro da Diocese do Funchal

Festa de São Tiago Menor, Padroeiro da Diocese do Funchal

Na festa do Padroeiro da Diocese do Funchal – São Tiago Menor,  D. António Carrilho incentivou os cristãos a testemunharem e a colocarem em prática a  “Palavra de Deus”, a partir da “fé no Ressuscitado” , através da  “unidade e  comunhão” na Igreja, com “esperança e alegria”.  Na homilia da missa celebrada na Sé, o bispo do Funchal lembrou que “São Tiago é sobretudo a testemunha da fé humilde e corajosa”, cuja “vivência abarca toda a pessoa e todas as circunstâncias da vida, para nos humanizar e introduzir na intimidade com Deus”.
Precisamos de ser “evangelizados” e “evangelizadores”, e São Tiago é exemplo de como se deve “escutar e cumprir a Palavra de Deus”, confiando sempre no “Ressuscitado” que indica o caminho da “esperança”  e aponta a solução para os “problemas”, como aconteceu no século XVI, com os vários “ciclos de peste” na cidade do Funchal. Nesse tempo, em particular nos anos de 1521, 1523 e 1538, lembrou D. António Carrilho, os nossos antepassados, autoridades municipais e população em geral, fizeram um “voto” e com a ajuda divina escolheram o apóstolo  São Tiago Menor para “padroeiro da diocese”, como  protetor da saúde.
O testemunho de fé daqueles que nos precederam também foi lembrado a propósito dos “500 anos da dedicação da catedral” (18 de outubro de 1517), em cujo contexto se  integrou a cerimónia religiosa deste 1.º de maio na Sé, presidida por D. António e concelebrada por vários sacerdotes.
Neste dia, em que “a Igreja faz memória de São José Operário”, o bispo do Funchal alertou ainda para as dificuldades do mundo do trabalho, em especial  a situação dos “trabalhadores precários, os desempregados e as vítimas de acidentes laborais”; sublinhando que o trabalho é “uma  forma de realização humana e de serviço à comunidade.”
Ainda no Funchal, realizou-se a tradicional “Procissão do Voto”,  entre a capela do Corpo Santo e a igreja de Santa Maria, terminando com a celebração da eucaristia. O vigário-geral da diocese, cónego José Fiel de Sousa, presidiu a estes atos, em representação do bispo do Funchal.

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