D. António Carrilho celebrou Dia Mundial do Doente

D. António Carrilho celebrou Dia Mundial do Doente

D. António Carrilho presidiu este sábado (11 de fevereiro), na igreja do Colégio,  à Eucaristia do XXV Dia Mundial do Doente, com dimensão diocesana.  A celebração contou com a participação do reitor desta igreja, cónego Fiel de Sousa, do padre Juan (dehoniano) e a participação de muitos fiéis.  Instituído por São João Paulo II em 1992 e celebrado pela  primeira vez no Santuário de Nossa Senhora de Lourdes (França), este Dia “é uma ocasião para prestar uma especial atenção à condição dos doentes” e “convida familiares, profissionais de saúde e voluntários a dar graças pela vocação de cuidar dos irmãos doentes”, disse o bispo do Funchal na sua homilia.
Em referência à mensagem do Papa Francisco para este ano, intitulada:  “Admiração pelo que Deus faz: “o Todo-Poderoso fez em mim maravilhas” (Lc 1, 49)”, D. António falou do “sofrimento” como “condição humana” e  ligado ao “sofrimento redentor da cruz de Cristo”. Apelou à “fé, à esperança, generosidade e coragem” perante os “sofrimentos” nas “famílias” e nos “relacionamentos” em geral. Saudou os “profissionais de saúde” e “cuidadores” pela “dedicação e competência” com que tratam os “doentes e necessitados”, com o “amor e ternura de Deus”. E defendeu a “dignidade da pessoa, em todas as etapas da vida, sem excluir ou discriminar ninguém”, em particular os mais “idosos” ou “pessoas com deficiência”. Este Dia Mundial promovido pela Igreja é “um alerta que se lança à sociedade para que olhe para as pessoas com a dignidade que merecem, desde o nascimento até à morte”, sublinhou.
Nesta celebração,  o bispo do Funchal lembrou também uma carta  de São João Paulo II (nas vésperas da sua morte) dirigida aos doentes, em que o Papa não se cansava de “dar graças a Deus” pela vida no “passado” e no “presente”, e olhava o futuro com “serenidade , pensava na morte”, mas que estava “preparado” para ela e que “não tinha medo de morrer”.
Este domingo, D. António Carrilho vai celebrar na igreja paroquial dos Prazeres, pelas 10 horas, para assinalar ainda o Dia Mundial do Doente que nesta comunidade se assinala com algumas tradições e particularidades.

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