Bispo do Funchal encerrou o Ano Santo da Misericórdia

Bispo do Funchal encerrou o Ano Santo da Misericórdia

Mais do que fazer “relatórios” ou “balanço” sobre o Ano da Misericórdia, importa ter “consciência da nossa participação, benefícios e aproveitamento deste Ano, que impacto e influências teve na vida de cada um, nas paróquias, na vida das pessoas, nas famílias, na Igreja” em geral, disse D. António Carrilho na concelebração eucarística solene que assinalou neste sábado (19 de novembro), na Sé, o encerramento do Ano Jubilar na diocese do Funchal.


Este Jubileu da Misericórdia, iniciado em dezembro de 2015, constituiu um desafio para continuar a missão de Cristo, “centro e coração da nossa história” e “ir mais longe” na prática da “caridade”, dando a conhecer o “rosto da misericordioso de Jesus”; e um “convite a fixarmos o nosso olhar e o nosso coração no estilo de vida de Jesus”, com a “urgência em anunciar o Evangelho de Cristo” perante o mundo e a “sociedade secularizada” do nosso tempo, testemunhando o lema do ano pastoral: “Viver em Igreja, com a alegria de ser cristão”, sublinhou.


Na homilia da missa, D. António Carrilho recordou ainda as principais vivências e etapas registadas na diocese durante o tempo jubilar, como a presença da “Imagem Peregrina de Nossa Senhora de Fátima” na diocese, no “início da Quaresma” de 2016; as “igrejas jubilares” distribuídas pelos diversos arciprestados: a igreja da “Sé, Piedade (Porto Santo), Estreito de Câmara de Lobos, Ribeira Brava, Prazeres, Ponta Delgada, Santana e Machico”, igrejas que foram devidamente assinaladas; as muitas “peregrinações” e iniciativas sobre “o perdão e a reconciliação” realizadas nas comunidades, cujo significado serviu também de “preparação” para as “comemorações dos 500 anos da Dedicação da nossa Catedral, em 18 de outubro de 2017”, referiu o bispo do Funchal.


Com D. António Carrilho, celebraram vários sacerdotes e a Sé encheu-se com centenas de fiéis, apostados em “agradecer” as “graças” recebidas durante o Ano Jubilar e “a vivência concreta das obras de misericórdia espirituais e corporais”, como afirmou o bispo do Funchal. Antes desta eucaristia realizou-se uma “peregrinação” desde o Colégio de Santa Teresinha, onde decorreu na manhã deste sábado a Jornada Diocesana do Apostolado dos Leigos com a participação de cerca de 400 pessoas.

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