Bispo do Funchal coloca coroa de flores no monumento ao Papa João Paulo II. Celebração dos 25 anos da visita do Papa à Diocese do Funchal

Bispo do Funchal coloca coroa de flores no monumento ao Papa João Paulo II. Celebração dos 25 anos da visita do Papa à Diocese do Funchal

Uma “invulgar figura de pastor universal”, um Papa com “um coração grande e generoso, muito humano e cheio de Deus, sempre preocupado com os problemas de todos, buscando e lutando pelas melhores soluções e respostas para as questões humanas e sociais”, recordou hoje o bispo do Funchal na cerimónia que evocou os 25 anos da passagem de João Paulo II pela nossa diocese, no dia 12 de maio de 1991.


“Pela primeira vez um Papa visitou a nossa terra, foi uma visita extraordinária que merece ser recordada e agradecida”, disse D. António Carrilho junto à estátua de São João Paulo II, no adro da Sé.  Foram “momentos inesquecíveis, esteve apenas 7 horas, mas deixou no coração dos nossos diocesanos uma força impressionante que lhe vinha da oração profunda e da intimidade com Cristo e sua Mãe.  Foi uma visita pastoral do sucessor de Pedro que, por isso mesmo, se tornou num valioso tesouro para a diocese, parte importante e inolvidável do património, espiritual, cultural e religioso de todo o povo madeirense”, sublinhou.


Perante alguns fiéis e acompanhado pelos cónegos José Fiel de Sousa (vigário-geral da diocese) e Vítor Reis Gomes (pároco da Sé), o bispo do Funchal considerou que “ninguém esquecerá o coração bondoso do Papa João Paulo II e as suas palavras de despedida na catedral que ficaram bem gravadas na história da nossa diocese: “Deus abençoe todos os cidadãos da vossa ilha maravilhosa, a Madeira”.


Nesta breve cerimónia, e em nome de toda a igreja diocesana, D. António depositou uma coroa de flores junto à estátua do Papa, um gesto que foi também seguido por várias pessoas que por ali passaram com uma flor destinada a recordar esta visita histórica de um Papa canonizado em 27 de abril de 2014. Importa agora “guardar a alegria do seu sorriso e do seu abraço, a força da sua personalidade e da sua mensagem, o testemunho da sua santidade. Que São João Paulo II continue a interceder por nós junto de Deus e a derramar o perfume da sua bondade sobre as nossa ilhas da Madeira e Porto Santo”, desejou por último o bispo do Funchal. Registaram-se ainda momentos de oração e de cânticos, estes por um coro dirigido pelo padre Ignácio.

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