A Misericórdia do Funchal assinala aniversário

A Misericórdia do Funchal assinala aniversário

A Misericórdia do Funchal assinalou nesta quarta feira (27 de julho) o seu 508.º aniversário com uma conferência subordinada ao tema: "Misericórdia-misericórdias". O evento, presidido pelo bispo do Funchal, D. António Carrilho, decorreu no auditório do Museu Casa da Luz com vários oradores, com destaque para o Provedor da Santa Casa da Misericórdia do Porto, António Tavares, que falou dos "novos desafios e oportunidades" para as Misericórdias em Portugal.


O Provedor da Misericórdia do Funchal, Jorge Spínola, falou que os objetivos desta conferência tiveram em conta "uma visão religiosa das Misericórdias, a sua missão", por um lado; e, por outro, "uma visão institucional", em termos de "orgânica e funcionamento", dada a importância que se atribui na atualidade à "cooperação e parcerias" com as "instituições públicas", para a realização de projetos na "área social".


D. António Carrilho, por seu turno, realçou a origem e a atualidade das Misericórdias no nosso País, que remonta aos finais do século XV, à rainha D. Leonor (em 1498, com a fundação da primeira Misericórdia em Lisboa); tendo ainda recordado o trabalho da rainha santa Isabel - Padroeira das Misericórdias, a favor dos pobres. 


Falou do Ano da Misericórdia, proclamado pelo Papa Francisco. E sublinhou que "as Santas Casas de Misericórdia têm um fundamento cristão e eclesial", pois, tornam "visível o amor de Deus pelos que mais sofrem no corpo e no espírito". As Misericórdias surgiram para acudir "às necessidades de épocas passadas", mas, "também hoje, há necessidades a que urge dar respostas adequadas; elas são o bom Samaritano"; elas constituem "uma provocação, um grito de todos os tempos" a favor dos mais "necessitados e excluídos" da sociedade. "Não percais a vossa identidade, o que sois e servis", apelou o bispo do Funchal.

Nesta sessão de aniversário da Misericórdia do Funchal intervieram ainda Graça Alves, sobre os "Rostos da Misericórdia" e o "Ano da Misericórdia"; e Rui Freitas, presidente do Instituto de Segurança Social da Madeira.

A Misericórdia do Funchal assinalou nesta quarta feira (27 de julho) o seu 508.º aniversário com uma conferência subordinada ao tema: "Misericórdia-misericórdias". O evento, presidido pelo bispo do Funchal, D. António Carrilho, decorreu no auditório do Museu Casa da Luz com vários oradores, com destaque para o Provedor da Santa Casa da Misericórdia do Porto, António Tavares, que falou dos "novos desafios e oportunidades" para as Misericórdias em Portugal.


O Provedor da Misericórdia do Funchal, Jorge Spínola, falou que os objetivos desta conferência tiveram em conta "uma visão religiosa das Misericórdias, a sua missão", por um lado; e, por outro, "uma visão institucional", em termos de "orgânica e funcionamento", dada a importância que se atribui na atualidade à "cooperação e parcerias" com as "instituições públicas", para a realização de projetos na "área social".


D. António Carrilho, por seu turno, realçou a origem e a atualidade das Misericórdias no nosso País, que remonta aos finais do século XV, à rainha D. Leonor (em 1498, com a fundação da primeira Misericórdia em Lisboa); tendo ainda recordado o trabalho da rainha santa Isabel - Padroeira das Misericórdias, a favor dos pobres. Falou do Ano da Misericórdia, proclamado pelo Papa Francisco. E sublinhou que "as Santas Casas de Misericórdia têm um fundamento cristão e eclesial", pois, tornam "visível o amor de Deus pelos que mais sofrem no corpo e no espírito". As Misericórdias surgiram para acudir "às necessidades de épocas passadas", mas, "também hoje, há necessidades a que urge dar respostas adequadas; elas são o bom Samaritano"; elas constituem "uma provocação, um grito de todos os tempos" a favor dos mais "necessitados e excluídos" da sociedade. "Não percais a vossa identidade, o que sois e servis", apelou o bispo do Funchal.


Nesta sessão de aniversário da Misericórdia do Funchal intervieram ainda Graça Alves, sobre os "Rostos da Misericórdia" e o "Ano da Misericórdia"; e Rui Freitas, presidente do Instituto de Segurança Social da Madeira.

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